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19
ago

Alunos da ESD batem recorde e levam 122 medalhas na Olimpíada Brasileira de Astronomia

 

 

Conquistas cresceram quase 40% no comparativo com 2020, consolidando a escola dentre as que mais levam seus estudantes ao pódio do conhecimento.

por Thiago Basílio

A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) é um evento anual promovido por organizações como a Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), a Agência Espacial Brasileira (AEB), a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações do Governo Federal.

Em sua 24ª edição, a competição visa promover e estimular o estudo de tais ciências entre os estudantes da educação básica, reconhecendo as potencialidades de crianças e jovens que se dedicam ao aprimoramento das tão relevantes áreas que nos ajudam a entender a natureza, os corpos celestes, os variados fenômenos espaciais, além de dar pistas sobre a origem da vida.

 

Ascensão meteórica

E nesse universo de conhecimentos, curiosidades e muito estudo, os alunos da Escola São Domingos são estimulados a participar da olimpíada como uma experiência expansiva, que complementa e dá sentido a tudo o que é abordado em sala de aula.

“As provas das olimpíadas são diferentes das avaliações convencionais do ensino regular, permitindo o aluno testar seus conhecimentos, alcançar novos aprendizados e administrar melhor o tempo de prova por meio de diferentes maneiras”, explica Nádia Medici da Costa, supervisora educacional da ESD.

 

Veja também: Estudantes da ESD são classificados para a terceira fase da Olimpíada de Matemática da Unicamp

 

Todo esse trabalho de incentivo, acompanhamento e desenvolvimento dos estudantes no percurso “olímpico” tem resultado em desempenhos premiados. Só neste ano foram 122 alunos medalhistas na competição (58 de ouro; 42 de prata; 22 de bronze), 34 a mais que em 2020, quando foram conquistadas 88 medalhas.

Dentre os destaques de 2021, está o Davi Saad Rabello, do 8° ano, que subiu no lugar mais alto do pódio. “Aprendi muito sobre o universo. Temas que não sabia antes e só puder aprender fazendo a prova da OBA. Nunca tive uma medalha de ouro, me esforcei bastante e estou muito feliz com a minha conquista”, salienta.

 

Confira a lista completa dos alunos medalhistas na OBA 2021

 

As provas foram realizadas na modalidade on-line, nos dias 27 e 28 de maio. Recentemente os resultados foram divulgados, confirmando os índices estrelares dos estudantes da ESD na olimpíada. “Achava que eu não ganharia a medalha neste ano. Fiquei bem ansiosa e, logo pela manhã, conferi o resultado pelo site e vi que era medalhista de prata. Essa foi a minha quarta medalha na OBA. Estou muito feliz!”, comemora Letícia Roque Rizzo, do 9° ano.

Alunos do 5° ao 9° ano do Ensino Fundamental; e do Ensino Médio puderam participar da competição. “Quero fazer algo ligado a física, a exatas, no futuro. Por isso, tenho me dedicado às olímpiadas para alcançar algumas medalhas. Caso não vá muito bem no Enem, elas me ajudarão a ingressar nas faculdades. Afinal, esse critério tem sido usado em algumas instituições de ensino superior”, observa Igor de Souza Vianna, do 2° ano do EM, que garantiu seu primeiro bronze em 2021.

 

Explorando novos “mundos”

Além de todas as premiações e reconhecimentos, os estudantes com as melhores colocações também são habilitados a participar do processo para as Olimpíadas Internacionais de Astronomia de 2022. Alunos que obtiveram nota igual ou maior que 7,0 (sete), na prova nível 4; ou igual ou maior que 9,0 (nove), na prova nível 3, foram pré-selecionados para as seletivas.

As provas estão previstas para 19 de setembro; 17 de outubro; e 4 de dezembro de 2021. Os testes serão aplicados de forma on-line, na mesma plataforma utilizada para as avaliações da OBA.

 

Confira a lista de alunos pré-selecionados para as seletivas de 2022 da OBA

 

Na ESD, “estamos sempre pesquisando e conhecendo as novas olimpíadas e escolhemos as mais relevantes. Algumas já se tornaram tradicionais para os nossos alunos. Fazemos um trabalho de incentivo para que todos se inscrevam e tenham a oportunidade de participar”, destaca Nádia. Dessa forma, cria-se uma consciência constante de que o conhecimento não é coisa de outro mundo.

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