Empatia desenvolvida com a ajuda dos livros
04
set

Empatia desenvolvida com a ajuda dos livros

Exemplo de pessoa que adotou o hábito de ler para a vida é a advogada Bárbara Seccato, que também é mestre em Mediação em Negociação de Conflitos. Hoje, aos 27 anos, ela relembra os anos que estudou na Escola São Domingos, dos 03 aos 18 anos, onde experienciou momentos marcantes de incentivo à leitura.

“Quando era bem pequena, lembro que a Escola São Domingos tinha um projeto em que os alunos levavam reportagens e tínhamos que debater sobre elas em sala de aula. Em seguida, conhecemos a Rede Gazeta. Já no Ensino Médio, o Seminário de Literatura com a professora Fabiana é marcante para todos os estudantes que o fazem. Mais do que ler uma obra literária, tínhamos que entender o contexto histórico, político, filosófico e debater sobre todos esses aspectos com os outros alunos, professores e pessoas da coordenação da escola”, lembra Bárbara.

Para Bárbara, além de estimular a criatividade e expandir o seu vocabulário, a leitura tem um papel fundamental no desenvolvimento da empatia. “Quando conseguimos nos colocar no lugar de um personagem e sentir o que ele sente, seja raiva, tristeza, surpresa ou indignação, desenvolvemos a capacidade de olhar o mundo por outra ótica, o que é tão necessário hoje em dia”, explica.

O amor pelos livros também levou a advogada a conhecer outras culturas sem sair do lugar, como China, Turquia, França, temas que são do seu interesse até os dias de hoje. “Mesmo sem ter realizado grandes viagens para o exterior, pelos livros, a gente consegue perceber que existem outras culturas totalmente diferentes da nossa”, salienta.

 


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