21
set

Programa da ESD prepara os cientistas do futuro

 

 

Por meio do ESD Maker, estudantes produziram uma catapulta completa usando palitos de picolé como base da estrutura.  

O aprendizado é muito mais significativo quando encontra um sentido prático. Além disso, tem a capacidade de despertar competências em inúmeras dimensões da vida do estudante, de modo que é exposto a diferentes conhecimentos e saberes. Essa estratégia educacional é amplamente utilizada e recomendada pelos mais importantes estudiosos da pedagogia na atualidade, e também é observada em instituições de ensino com a certificação Microsoft Showcase School, como é o caso da Escola São Domingos.

 

O projeto

O Programa ESD Maker  adota um conceito de aprendizado que oferece uma introdução a conhecimentos científicos relacionados às áreas de química, física e biologia. A partir das ideias dos “Movimentos Maker”, os estudantes desenvolvem atividades lúdicas, servindo como base para aquisição do conhecimento.

Na prática, a dinâmica da aula funciona da seguinte forma:

Exposição de modelo >>> Formulação de Hipóteses >>> Construção >>> Explicação dos Conceitos Científicos.

 

A catapulta

Dessa forma, durante as “aulas maker”, os alunos tiveram a oportunidade de montar uma catapulta com palitos de picolé. O objetivo da atividade foi trabalhar conceitos básicos de conteúdos da Física, como o funcionamento de uma máquina simples por alavanca, força, peso e lançamentos oblíquos.

 

Com a orientação do professor, aluno constrói uma catapulta na Aula Maker.

Pra você entender melhor, na Física, o termo “máquinas simples” é reservado para se referir a pequenos objetos ou instrumentos que facilitam a execução de diferentes afazeres cotidianos. Um martelo, uma tesoura, uma alavanca, uma roldana, um plano inclinado, uma roda são alguns exemplos. Ao logo da história, essas máquinas simples tiveram um papel extremamente importante no desenvolvimento das civilizações e, várias delas, atravessaram as décadas, séculos e milênios para utilizarmos até os dias atuais.

Para a produção da catapulta, os alunos tiveram que montar a estrutura do zero. Os materiais utilizados foram:

– Papelão;

– Palito de picolé (10 por aluno);

– Cola quente;

– Lápis;

– Canudo de plástico largo;

– Tesoura;

– Fita adesiva;

– Elástico de dinheiro;

– Clipe;

– Porca metálica (parafuso).

O processo de ensino se deu da seguinte forma: Na primeira aula eles compreenderam o que era uma catapulta e o seu funcionamento. Em seguida, iniciaram a construção da base da estrutura. Nos outros encontros, os alunos montaram o mecanismo principal da catapulta, com auxílio de porcas e um palito de picolé, além de observarem também a necessidade de construção do mecanismo de rotação. Ao final, uniram as construções, formando e testando o funcionamento da catapulta.

Participaram da atividade os estudantes do horário integral, do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental, que catapultaram o conhecimento a um nível prático, visualizável e, principalmente, significativo, como ele deveria sempre ser.

 

Confira a galeria de fotos:


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